Share
Save

Curso “Suplementos Alimentares: Quando é necessário suplementar?”

Sessão Virtual, Brasil
15/06/2021 – 29/06/2021
Go To Webinar

Realizado pela Força Tarefa Nutrientes e Suplementos Alimentares, o curso “Suplementos Alimentares: Quando é necessário suplementar?” aconteceu em três encontros no mês de junho e reuniu especialistas do tema para abordar os aspectos básicos sobre suplementos alimentares, a utilização na prática clínica em diferentes contextos de saúde e faixa etária, e ainda sua regulamentação.

 

As pessoas estão cada vez mais interessadas em suplementar, mas quando é realmente necessário?

Seja pelos cuidados com a saúde ou pelo fato de haver mais produtos à disposição, cresce o interesse da população por suplementos alimentares 

O primeiro encontro do curso “Suplementos Alimentares: Quando é necessário suplementar?” ocorreu em 15 de junho e foi coordenado pelo Dr. Hélio Vannucchi – Nutrólogo, Professor Titular Sênior do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (USP) e membro do ILSI Brasil.  O tema de abertura foi “Introdução sobre suplementos alimentares e dados de consumo” e teve participação de Thaise Mendes (Herbalife Nutrition), no primeiro bloco, seguida por Gislene Cardozo (ABIAD) e Adriana Gisele H. Leme, para finalizar.

Mestre em Ciência pelas Faculdades de Saúde Pública da USP, especialista em Nutrição Clínica em Pediatria (ICr-HCFMUSP), com MBA em Economia e Gestão pela Fundação Getúlio Vargas, além de membro do Conselho Científico Administrativo do ILSI Brasil e responsável pela área de Assuntos Governamentais na Herbalife Nutrition para o Brasil, Mendes discorreu sobre “O que é suplemento alimentar?”.

Para começar, a especialista apresentou dados compilados do Google para a busca da palavra suplementos, que, segundo a apuração, quadruplicou nos últimos cinco anos. Na pesquisa, foram elencadas uma série de combinações relacionadas ao termo e perguntas associadas às diferentes categorias de suplementos.

Outro ponto abordado foram os Marcos Regulatórios Internacionais e Nacional para a categoria de produtos suplementares. Em relação ao questionamento que dá título à palestra, ela explica: “De forma geral, o suplemento alimentar tem quatro características chave: ser um produto destinado a complementar a dieta, destinado a uma população saudável, apresentado em uma dose fracionada e composto por nutrientes que podem estar isolados ou combinados e tenham algum efeito nutricional ou fisiológico”.

Pesquisa aponta os hábitos dos brasileiros para o consumo de suplementos

Na sequência, a Médica veterinária (USP), Gislene Cardozo, pós-graduada em Vendas e Marketing (ESPM), com MBA em Business Development (FIA) e Diretora Executiva na ABIAD desenvolveu a temática “Hábitos do consumo de suplementos alimentares no Brasil”, resultado de duas pesquisas realizadas pela ABIAD, em sete capitais brasileiras.

Produzido pela primeira vez no Brasil, em 2015, o estudo apontou que em 54% dos lares brasileiros havia alguém consumindo suplementos. O resultado foi apresentado para a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), culminando, em 2018, na regulamentação da categoria. Em 2020, a ABIAD decidiu reavaliar o comportamento e os hábitos dos consumidores, dentro do mesmo perfil da amostra anterior, e constatou mudanças significativas. Para se ter uma ideia, 90% das pessoas buscavam informações acerca da categoria pela televisão naquele período, sendo que hoje 68% delas realizam pesquisas pela internet, até porque o acesso à rede saltou de 75% para 96% nos últimos cinco anos.

Entre os dados coletados sobre o estilo de vida, verifica-se um aumento da atividade física – de 46% para 69%, embora tenha havido um aumento da população para o sobrepeso. De qualquer forma, Cardozo avalia que o consumidor está mais consciente e satisfeito com o tipo de alimentação que vem  seguindo. Dentre toda a amostra, subiu para 59% os lares brasileiros em que alguma pessoa consome suplementos.

Vale destacar que 90% dos entrevistados entendem o suplemento como um complemento a alimentação, e que 51% relataram seguir indicações de consumo feitas por profissionais da saúde. Neste ponto, a diretora executiva enfatiza a importância do papel do nutricionista: “Na regulação da Anvisa, os suplementos são de venda livre, sem a necessidade de receita. Porém, mais da metade dos consumidores procuram complementar por indicação dos profissionais da saúde”.

Toda suplementação precisa ser assistida por um nutricionista

Por fim, Adriana Gisele H. Leme, Farmacêutica-Bioquímica (USP) especialista e Doutora em Ciência de Alimentos, graduada em Nutrição e pós-graduada em Nutrição Clínica (NYU-EUA), além de pós-graduada em Nutrição Clínica Funcional e em Fitoterapia e Alimentos Funcionais, expôs o trabalho “Micronutrientes, recomendações nutricionais e estabelecimento de níveis máximos”. Logo de saída, a doutora destaca a relevância da abordagem do tema, com base na pesquisa da ABIAD exibida anteriormente. “Apenas 51% das indicações são feitas por profissionais da saúde, o que significa que ainda há um uso bastante indiscriminado de suplementos alimentares e muitas vezes de uma forma errada, podendo colocar em risco a saúde”, ela analisa.

Leme relatou o surgimento das RDA’s (Recommended Dietary Allowances) – recomendações dietéticas estabelecidas pelo Food and Nutrition Board nos Estados Unidos, em 1941 -, as alterações por quais passaram ao longo dos anos, bem como o desdobramento destas recomendações para as DRI’s (Ingestão Diária de Referência). Falou também a respeito do uso das DRI’s, a construção de seus limites e explicou cada uma delas: EAR, RDA, AI e UL.

No campo dos micronutrientes, a explanação da doutora Adriana abordou as funções, as doses recomendadas, a forma química usada para suplementação e as principais interações com o organismo, além de informações sobre a toxicidade – sinais e sintomas – de alguns dos suplementos mais prescritos hoje em dia, como é o caso da vitamina D e do zinco, que tiveram uma alta procura durante a pandemia em função da sua importância para o sistema imune.

Tendências e regulamentações

No encontro do dia 22 de junho, a temática em questão foi “Tendências em suplementos alimentares” e contou com a presença de Talita de Souza Lima (ANVISA) e Cynthia Antonaccio (Equilibrium Latam), sob a coordenação de Helena Tavares, Nutricionista (USP) com aperfeiçoamento em Terapia Nutricional pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto e, atualmente, Gerente de Assuntos Científicos e Regulatórios da Ajinomoto no Brasil, além de membro do Instituto de Ciências do Glutamato da América do Sul e Coordenadora dos Subgrupos de Aminoácidos e Rotulagem Nutricional da ABIAD.

A abertura da segunda aula do curso esteve por conta da Gerente-Geral de Alimentos da Anvisa, Thalita Antony de Souza Lima – Nutricionista pela UnB, especialista em qualidade de alimentos pela mesma Universidade e em Regulação e Vigilância Sanitária pela Fiocruz, e mestre em Administração Pública pela FGV.

O conteúdo intitulado “Clean label ANVISA e Novos ingredientes” expôs os temas e as discussões inseridas na agenda da agência, alinhada com as agendas internacionais, que inclui a produção de alimentos de forma sustentável, as tendências do mercado e do consumidor e, consequentemente, os desafios regulatórios. Nesta direção, Lima cita os trabalhos da Anvisa para criar processos céleres de aprovações, num diálogo permanente com os setores alimentícios.

A gerente-geral da agência explica que as tendências para alimentação, nutrição, suplementos alimentares convergem com o desenvolvimento sustentável e que o mundo todo está focado nisso. A exemplo da linha de discussão da Cúpula dos Sistemas Alimentares que prevê nas ODS (Objetivos para o Desenvolvimento Sustentável) a garantia do acesso à uma alimentação saudável, segura e sustentável para todos, voltada para a redução do desperdício e para a mudança dos padrões de consumo, com produção em escala dos alimentos positivos para a natureza.

“A relação entre saúde humana, saúde animal e meio ambiente deve ser o norte de toda atuação dos sistemas alimentares, que precisam ser inclusivos, com objetivos relacionados à erradicação da pobreza, à fome zero”, acrescenta Lima. Em relação ao clean label, a palestrante diz que: “Tendo essas tendências já estabelecidas na agenda, vem uma correlação com um movimento que a gente observa no mercado, impulsionado pelos consumidores, pela substituição dos ingredientes chamados químicos, principalmente, os aditivos alimentares”.

O que querem os consumidores?

A seguir, Cynthia Antonaccio, fundadora da Equilibrium Latam, nutricionista com mestrado pela USP, MBA na ESPM e especialização em Design Thinking, além de empreendedora na área de educação em nutrição – Instituto Nutrição Comportamental e no Keywelab – apresentou o estudo “Tendência em Suplementos”. O trabalho é resultado de um relatório construído pelo time da nutricionista em relação às tendências em alimentos, bebidas e suplementos, com base no comportamento do consumidor, no progresso da ciência, no lançamento e performance de produtos e na opinião dos influenciadores.

Antonaccio relata que estamos entrando na era da “Aducation” (Advertising + Educação) e descreve o perfil do atual consumidor, mais precisamente das gerações Y e Z, como um público desconfiado e questionador, que possui uma interpretação filosófica do conceito de saúde. Esse público busca por produtos naturais ao mesmo tempo que por uma nutrição de precisão com alimentos saborosos. Da mesma forma, quer segurança e transparência acerca daquilo que consome. No entanto, entrega toda a informação do seu corpo quando utiliza um relógio que armazena seus dados, por exemplo. “A segurança tem diferentes significados, não há nenhum tipo de controle sobre os nossos dados, nosso corpo é um centro de informação, e, ainda assim, eu quero usar a tecnologia para rastrear o que eu consumo e coloco pulseiras nas aves na China”, compara a nutricionista.

No estudo, o consumidor é definido em quatro diferentes perfis: tecnológico, lifestyle, massa e massa precoce, e a suplementação dividida em três categorias de consumo: esportivo, nutritivo e médica. Em referência à prescrição de suplementos alimentares, o relatório aponta que 76% dos nutricionistas estão prescrevendo; 11% o fazem apenas em caso de doença; 7% prescrevem para quem visa um benefício específico, enquanto 2,7% não recomendam porque acreditam que a alimentação é suficiente para nutrir. O ômega 3, o whey protein, a vitamina D e os probióticos lideram a lista de suplementos mais prescritos.

Mas, afinal, o que querem os consumidores? Entre os 16 tópicos abordados no relatório, podemos citar naturalidade, marcas locais, sustentabilidade, lista de ingredientes, produtos saborosos, praticidade, um nutricionista que recomenda. Isso tudo agregado à imunidade e saúde mental.

Dietas cetôgenicas: benefícios e impactos na saúde

Com o título “Recomendação de uso em diferentes contextos de saúde e faixas etárias”, o encontro final aconteceu em 29 de junho, com as convidadas Nágila Damasceno (FSP USP), Lilian Cardia (HCFMUSP) e Helen Pereira, e coordenação da Dra. Mônica Beyruti – especialista em Nutrição em Cardiologia (SOCESP) e em Fisiologia do Exercício (UNIFESP/EPM), membro fundadora da Associação Brasileira de Nutrição Esportiva, além de membro do Departamento de Nutrição da ABESO e do Núcleo de Nutrição e Terapia Nutricional da SBC. Beyruti ainda é coautora do livro “A dieta dos Pontos”, entre outros títulos.

A aula de abertura ministrada pela professora Nágila Damasceno, docente do Departamento de Nutrição (FSP/USP), diretora da Divisão de Nutrição e Dietética (HU/USP), e Diretora do Departamento de Nutrição da SOCESP abordou “Micronutrientes em contextos especiais: Epilepsia e Dieta Cetogênica”. A apresentação exibiu aspectos relacionados à importância da suplementação com nutrientes para o caso do binômio epilepsia e dieta cetogênica.

Sob a perspectiva da nutrição, Damasceno relatou que cerca de 20 a 30% dos pacientes com epilepsia não responde ao tratamento farmacológico. Para estes pacientes, são comprovados os benefícios dietoterápicos do uso deste tipo de dietas, desde a década de 20. “Os estudos confirmam a eficácia no controle das crises convulsivas: 10% dos pacientes ficam livres de qualquer tipo de crise, e mais de 50% dos indivíduos têm reduções superiores a 50% das crises quando comparadas ao momento inicial”, anuncia a professora.

Ela elencou os diversos tipos de dietas hiperlipídicas capazes de estimular a produção de corpos cetônicos, e por isso, fazem parte do grande conjunto de dietas cetogênicas que, conforme esclarece, podem ser prescritas para outros tipos de doenças neurológicas, incluindo o Alzheimer, o Parkison, a depressão, a esclerose lateral entre outras condições clínicas, como o câncer e a obesidade. Explicando o mecanismo da dieta cetogênica e seus efeitos diversos, a docente fez um alerta no que diz respeito a necessidade de orientação de um profissional nutricionista: “A dieta cetogênica não é balanceada nem nutricionalmente adequada. Apesar de sua justificativa clínica para ser usada, ela também tem um impacto negativo”.

Deficiências nutritivas em pacientes bariátricos

Posteriormente, a Dra. Lilian Cardia Guimarães (HCFM/USP) dissertou sobre “Prevenção e tratamento de deficiências após Cirurgia Bariátrica”. Ela é mestre em Ciência da Saúde pela Santa Casa de São Paulo, doutoranda em Ciências Gastroenterologia pela Faculdade de Medicina (USP), membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica e da International Federation for the Surgery of Obesity, e docente em cursos de pós-graduação e de extensão universitária.

A exibição da docente teve início com o mapa da obesidade. De acordo com a Dra. Lilian, a obesidade está sempre associada ao desequilíbrio energético como causa fundamental da doença, no entanto centenas de interrelações com as possíveis causas do ganho de peso já foram identificadas. Sabe-se, ainda, que conforme a doença avança o paciente fica menos responsivo aos tratamentos, e então a cirurgia bariátrica é considerada, não apenas pela perda de peso, mas, sobretudo, pela remissão e melhora dos quadros metabólicos e da qualidade de vida do paciente.

Guimarães descreveu as duas principais técnicas cirúrgicas utilizadas, o índice de perda de peso de cada uma delas, e o tipo de deficiência nutricional que elas determinam, embora a própria obesidade também predisponha à falta de nutrientes. Entre as deficiências mais comuns estão listadas: vitamina D, ácido fólico, vitamina A, ferro, vitamina C, vitamina K, vitamina B6, selênio etc. O processo sistemático de cuidados nutricionais inclui: avaliação nutricional, diagnóstico nutricional, intervenção nutricional, monitorização e avaliação, que vai depender da reavaliação recente das diretrizes clínicas.

“A recomendação mais atualizada dos nutrientes, em regra geral, é a suplementação. Já a composição qualitativa na forma de apresentação para cada fase da dieta bem como a via de administração depende da gravidade e do grau da deficiência nutricional”, informa Dra. Lilian. Ela diz que, de maneira geral, é recomendada a utilização de suplementos que atinjam entre 100 e 200% da IDR, considerando as doses adicionais dos nutrientes que vão ter o risco maior ou para consumo ou para absorção.

Sim, é necessário suplementar durante a gestação  

Nutricionista (USP) com aprimoramento e especialização em Nutrição Hospitalar em Cardiologia pelo InCor (HCFM/USP), Mestre e Doutora em Ciência (Unicamp), Helen Pereira encerrou o ciclo de aulas falando da “Importância da suplementação na gestação”.

Durante a gestação, existe uma demanda maior por todos os nutrientes devido às adaptações fisiológicas relacionadas à própria gestação, às necessidades do feto e ao preparo do corpo para amamentação. Essa adequação nutricional, informa Dra. Helen, começa aos 90 dias da preconcepção e vai até o ambiente uterino. Ela afirma que o período de gestação é uma grande oportunidade para a educação nutricional da mulher e adequação epigenética do feto. Pois os estudos mostram que melhorar o estado nutricional contribui tanto para prevenir a má gestação como para minimizar os efeitos epigenéticos para gerações futuras.

Pereira expõe dados da Pesquisa de Orçamentos Familiares (2008-2009) realizada pelo IBGE, em que apenas 10% dos adultos atingem a recomendação e ingestão de micronutrientes. As maiores prevalências de inadequação, de acordo com POF, são para vitamina D, vitamina E, vitamina A e vitamina C, cálcio, magnésio. Neste caso, devido a maior demanda por nutrientes, as gestantes constituem grupo de risco nutricional. Para os indivíduos que apresentam consumo nutricional abaixo das recomendações, deve-se adotar a suplementação de micronutrientes e a fortificação de alimentos, que para o Ministério da Saúde ajudam a corrigir deficiências nutricionais, mas não devem ser usados como substitutos de uma alimentação equilibrada.

Outro ponto importante é o que deve ser considerado para a suplementação de micronutrientes na gestação. “Atualmente, alguns países recomendam a suplementação de rotina para todas as gestantes, enquanto outros recomendam suplementos apenas quando necessário”, diz a especialista. No que se refere às gestantes frente à pandemia de Covid-19 e a imunidade, as recomendações atuais do Ministério incluem a manutenção do pré-natal, claro, e a suplementação habitual desse período: ácido fólico, vitamina D, ácido acetilsalicílico, vacinação, corticoterapia, orientação sobre tabagismo. Em tempo, não é necessário aumentar a ingestão de vitamina D.

 


Objetivo: o curso irá abordar os aspectos básicos sobre suplementos alimentares, bem como a utilização na prática clínica em diferentes contextos de saúde e faixa etária e por fim, os aspectos de regulamentação.

Público-alvo: estudantes de graduação, profissionais nutricionistas, médicos, membros da indústria de alimentos e farmácia.

 

Acesse a gravação do webinar em nosso canal do Youtube

 

15 de junho – 16h às 18h
Introdução sobre suplementos alimentares e dados de consumo.
Coordenação: Dr Hélio Vannucchi
O que é um suplemento alimentar? – Thaise Mendes (Herbalife Nutrition)
Hábitos do consumo de suplementos alimentares no Brasil – Gislene Cardoso (ABIAD)
Micronutrientes, recomendações nutricionais e estabelecimento de níveis máximos – Adriana Gisele H. Leme 


22 de junho – 
16h às 18h
Tendências em suplementos alimentares.

Coordenação: Helena Tavares (Ajinomoto)
Clean label ANVISA e Novos ingredientes – Talita de Souza Lima (ANVISA)
Suplementação e imunidade: uma visão da ciência – Ronaldo Santos (UNIFESP)

 

29 de junho – 16h às 18h
Recomendação de uso em diferentes contextos de saúde e faixas etárias.

Coordenação: Dra. Mônica Beyruti

Micronutrientes em contextos especiais: Epilepsia e Dieta Cetogênica – Nágila Damasceno (FSP USP)
Prevenção e tratamento de deficiências após Cirurgia Bariátrica – Lilian Cardia (HCFMUSP)
Importância da suplementação na gestação – Helen Pereira